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Cinthia diz que não tem dupla cidadania e que não colocaria seu nome em 'cheque' após críticas de Amastha

23/03/2020 17h39 - Atualizado em 23/03/2020 17h42
Foto: Divulgação

Na tarde desta segunda-feira, 23, a prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro (PSDB) usou sua conta no Twitter para rebater as críticas de seus adversários políticos, em especial a do ex-prefeito, Carlos Amastha, que nesta segunda divulgou vídeo fazendo apelo para que Cinthia desista de contratar uma empresa de publicidade e gaste o dinheiro com comida aos que necessitam.

No vídeo, Amastha pede para que Cinthia escute o conselho de quem já administrou a cidade e cancele a contratação sem licitação de uma empresa de publicidade, pois o governo do Estado já tem colocado carros de som nas ruas para alertar a população sobre o coronavírus.

"Use como conselho de alguém que já administrou essa cidade, compre comida, por favor, temos milhares de microempreendedor individuais nessa cidade, centenas de ambulantes que daqui a dois dias não tem um prato de comida na sua mesa, as nossas crianças dos CMEI´s, estão ficando sem comida, compre comida e entregue para a população que precisa. Se fizer isso a senhora vai ver que vamos bater palmas para essa atitude", afirmou o ex-prefeito.

Na legenda do vídeo Amastha escreveu: "acorda prefeita. Hora de fazer a coisa certa. Comida, materiais de trabalho para a saúde e locais temporários para atender a população de Palmas, Tocantins".

Em postagem no Twitter Cinthia escreveu: "lamento ter que parar o trabalho e desviar o foco das ações de urgência para responder distorções que tentam criar. Muito ajudaria se os “Youtubers do caos”, em seus confortáveis achismos e no ócio degenerativo, viessem dar plantão no COEs. Entenderiam rapidinho o desserviço que fazem".

Em seguida, afirmou que não tem plano B, nem dupla cidadania. "Só tenho 1 filho pequeno para criar e um ÚNICO CPF. Jamais coloria meu nome e minhas ações em cheque. Mandato passa, meu nome fica. Não cheguei na vida pública para coadunar com crime ou práticas ilícitas. Talvez isso incomode, bora trabalhar!", afirmou.

 

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