No Tocantins

Kátia Abreu pede ao governador em exercício atenção com as estradas estaduais e saúde

27/10/2021 11h17 - Atualizado em 27/10/2021 11h18
Foto: Jeremias Alves

Senadora também falou sobre a privatização do Jalapão

No primeiro encontro do governador em exercício, Wanderlei Barbosa, com a bancada federal do Tocantins, a senadora Kátia Abreu (PP-TO) pediu atenção para os principais problemas do estado: precariedade na saúde e recuperação das estradas. A parlamentar também pediu à Barbosa que seja revisto o processo de privatização do Jalapão. O governador em exercício garantiu atenção às reivindicações.

TO-335
Kátia Abreu lembrou que no início do ano esteve com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para discutir a federalização da TO-335, que passa por Couto Magalhães, Colinas e Palmeirante. Na época o ministro garantiu que tinha interesse na federalização, mas dependia de uma autorização do governo estadual, o que nunca aconteceu.

TO-050 entre Porto Nacional e Silvanópolis
Quem trafega pela BR-010 já se deparou com o caos no trecho entre Porto e Silvanópolis (TO-050). Kátia Abreu lembrou que esse único ponto ainda está em péssimas condições por ser do governo do Estado, mas que a União tem interesse em federalizar.

Investimentos na Saúde
“Um dos seus maiores desafios será definir quem ocupará a Secretaria da Saúde”, disse Kátia Abreu, lembrando problemas críticos que o estado enfrenta hoje na área. Kátia pediu atenção aos hospitais, em especial ao do Tocantinópolis, e às cirurgias eletivas. A parlamentar é responsável pelo programa Tocantins Fila Zero, que deve acelerar o atendimento de quem espera por cirurgias. “Se o Estado conseguir acelerar esses procedimentos irá desafogar os hospitais”, disse Kátia.

Privatização do Jalapão
Desde que foi aprovada pela Assembleia Legislativa em agosto de 2021, a privatização do Jalapão vem dividindo opiniões. A senadora Kátia Abreu lembrou que a principal reclamação tem sido a forma como o processo está sendo conduzido pelo governo estadual, com pouco diálogo e sem ouvir as comunidades. “Não estou dizendo que não tenha que privatizar, mas do jeito que está a sociedade não vai aceitar. Ideal seria recomeçar o rito ouvindo as pessoas para ver como fazer”. Wanderlei Barbosa concordou e disse que tem interesse em ampliar a discussão, incluindo a Bancada Federal.
 

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