Durante reunião

Prof. Júnior Geo discute nomeação dos aprovados no concurso da Defesa Social com o MPTO e Sindppen

14/04/2021 17h33 - Atualizado em 14/04/2021 17h41
Foto: Divulgação

O deputado estadual Professor Júnior Geo (PROS) participou na manhã desta quarta-feira, 14, de reunião com o Ministério Público Estadual do Tocantins (MPE-TO) e com o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindppen-TO) para discutir o atraso na nomeação dos 162 aprovados no concurso e sobre a transposição dos cargos do antigo agente penitenciário e do motorista de policial para agente de polícia.

Participaram da reunião, o promotor de justiça Vinícius de Oliveira e Silva; o presidente da Associação dos Profissionais Sistema Penitenciário do Tocantins, Wilton Angelis Alves Pereira; e o conselheiro fiscal do Sindppen, Jenaldo Taveiro, acompanhado do advogado da associação.

Durante a reunião, Geo pontuou a importância do MPE-TO neste processo de fiscalização para auxiliar com as demandas que foram passadas pela categoria a fim de que o órgão tome as providências. “Se não tiver o apoio do Ministério Público, o Estado continuará enrolando para fazer a nomeação dos aprovados. A promessa de nomear os aprovados já aconteceu por diversas vezes, mas ela nunca é honrada. Precisamos de uma solução definitiva para esse caso”, pontuou.

Conforme o promotor Vinícius de Oliveira, os relatos e as provas apontadas pelo sindicato serão reunidas e a partir disso, poderá ser aberto um inquérito para investigar as denúncias feitas. O promotor também destacou a importância do deputado no processo de fiscalização das ações públicas. “A partir das denúncias podemos tomar as providências cabíveis conforme rege a lei”, disse.

Concurso da Educação

Na ocasião, o deputado também destacou a necessidade de um novo concurso para a educação do Estado. O último concurso do quadro geral do Estado foi realizado em 2009. Para o deputado, a situação fragiliza a prestação do serviço público diante da falta de servidores públicos efetivos que deem continuidade no trabalho para garantir a isonomia e a organização do serviço público.

Por Isadora Fontes

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